Os anciões, diante do
armazém, encontram-se numa animada conversação. Os benefícios, em função da
aposentadoria, permitem certos ócios e regalias!
Os cidadãos, diante
da idade, admiram-se do transcorrer do tempo. Eles, entre si, comentam e
procuram externar o temor diante do inevitável suceder!
O tempo, como máquina
cruel e imparável, “derruba e mói a todos e tudo”. Os amigos, conhecidos e parceiros,
em função dos anos e décadas, ficaram reduzidos!
As pessoas, da
idêntica idade, carecem de somar-se! “Os coroas diminuem com os chamados diários
do Criador”. Perdas irreparáveis despedem-se e partem ao final destino!
A fila, de forma
acentuada e rápida, corre e dilui velhos relacionamentos! As memórias guardam somente
pitorescas histórias e saudosas reminiscências!
Os jovens, no vigor
da existência, entendem-se os espertos. Estes, aos idosos, dispensam atenção e
interesse! Os anciões ostentam-se os reais curtidos e tarimbados!
Inúmeros indivíduos,
na flor da idade, esquecem-se de extrair a devida sabedoria dos ancestrais. O
Criador, através do tempo, escreve certo em linhas tortas sua magna obra!
As gerações, no deslanchar da civilização, perecem com
razão de ceder o espaço as novas ideias e revoluções. A vida mostra-se curta e
interessante para quem sabe apreciar e curtir a terrena odisseia!
Guido Lang
“Pérolas do Cotidiano das Vivências”
Crédito da imagem: http://dorasantoro.blogspot.com.br/2012/07/platanos.html
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