O
filho das colônias, depois de abençoada e suada existência, achegou-se aos términos.
Oito décadas, na importante e intensa vida, tinham decorrido rápidas!
As
experiências e histórias foram muitas e variadas. Os filhos e netos continuaram
o elo e incumbência. Conselhos e lições, nos atos, foram dados e ensinados à
descendência!
O
prestigiado sobrenome assegurou-se na sucessão. O cidadão, dias anteriores à
partida, reuniu os familiares. A conversa, franca e serena, externou o derradeiro
anseio!
A
petição deixou admirados os participantes. O desejo, distinto a tradição dos
ancestrais, consistiria em ser incinerado. As poupanças, aos dispêndios, tinham
sido realizadas!
O
punhado de cinzas receberia uma peculiar destinação. Um pinheiro,
desconsiderando lugar e tamanho, ficaria beneficiado pelo bucólico material!
O
objetivo, no elo da vida, consistia em continuar na energia e matéria. O
resíduo, em parte, seria certamente absorvido. Os frutos e madeira seriam
benévolos aos vivos!
A
prestação de contas revela-se uma absoluta certeza. Os humanos, no ciclo da vida,
procedem e retornam à terra. A eternidade reside na continuidade da espécie!
Os altivos e sublimes
gestos transcorrem como modelos. A esperteza e grandeza espiritual residem nas
aprendizagens e sabedorias!
Guido Lang
“Crônicas das
Vivências”
Crédito da imagem: http://www.picstopin.com/350/pinheiro-araucaria-angustifolia/http:%7C%7Cwww*flordecactospji*yolasite*com%7Cresources%7CPINHEIROARAUCARIA*jpg/
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