O sujeito, nas manhas,
assistiu-se assíduo cliente e parceiro. As folias, no alcance da grana, caíam no
anseio e fartura. O aferrado, no impulso sexual, conheceu apinhado de associações
e mormaços. A conduta, no parco tempo, descreveu seu apreciável e ativado comércio.
O sexo, no preceito social, move acúmulos e sustentos. Os grudes, no lavor, abrigam
artifícios e distrações. O ditado, nos convívios, define usual destreza e falação.
A sabedoria, no banal, aventa: “O dinheiro, na mão, denota calcinha no chão”. Os
ofícios escusos, nas agitadas quinas e vias, ocultam identidades e interesses. As pessoas, na penúria, afluem em preços.
Guido Lang
“Artimanhas
do Cotidiano das Vivências”
Crédito da imagem: http://www.paulada.com.br/
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