terça-feira, 8 de abril de 2014

O desânimo tecnológico


O jovem, nas mudanças de estabelecimento de estudo, precisou transferir-se de cidade. A moradia da vila, na periferia urbana, carecia da rede mundial de computadores!
O contato online havia sido uma dificuldade. A alternativa, depois de pesquisas no mercado da implantação, consistiu em correr atrás da ligação!
O dinheiro na mão, em horas, processou instalação. O curioso ligou-se a alegria do cidadão. Lábios conheceram sorrisos. Olhos ganharam brilhos. Íntimos degustaram sonhos!
O computador conectou no mundo. A vida retomou os tradicionais sabores. A exclusão viu-se superada. A conversa online viu-se a rotina. A preocupação constou na máquina!
A juventude encontra-se aficionada na rede mundial. Os esforços, nas necessidades dos contatos, representam dificuldade e marasmo. A moda vê-se no instantâneo!
A Internet, a exemplo da luz, tornou-se serviço imprescindível nas residências. A tecnologia, na facilidade e praticidade, incutiu o vício do uso!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://www.revista.espiritolivre.org/


domingo, 6 de abril de 2014

A extrema eficiência


O morador, às onze horas, procurou fazer a inscrição. O cadastro, no servidor da esquina, era fácil opção. A conexão online mantinha-se necessidade inadiável!
A rede mundial de computadores, conhecida Internet, adveio para revolucionar o modo humano de agir e viver. Jovens, nas comunicações e estudos, convivem no instantâneo!
As conversas e pesquisas sucedem-se pelas vias do computador. A instalação, no pagamento da taxa no ato do funcionamento, ocorreu às dezessete horas!
O intervalo de horas, entre cadastro e instalação, descreveu eficiência. A iniciativa privada, na ânsia do lucro e necessidade monetária, prima pela agilidade e rapidez!
O contraste sucede-se na iniciativa pública. A burocracia arrasta-se nas exigências da legislação. A diferença, entre privado e público, contrasta dia e noite no item eficiência!
O dinheiro, no sangue do capitalismo, obriga os indivíduos à peleia (luta). O Estado, na economia e funcionalidade, precisa deixar os negócios fluir nas mãos dos ousados!
O público, na impressão do barato, sai deveras oneroso na tributação. O privado, no ato de oneroso, sai barato na eficiência e qualidade!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://www.magazineluiza.com.br/

sábado, 5 de abril de 2014

A missão de anjo


O cidadão, na periferia urbana, fazia a rotineira caminhada. A razão consistia em safar-se da sedentária vida. O organismo, no saudável, requer contínuos esforços e exercícios!
O inusitado, na criação de gado, fazia-se presente. O infortúnio rondava no espaço da vizinhança. A consorciação “criações e trânsito” desafina no cotidiano das vivências!
A porteira, na saída do potreiro, via-se aberta à circulação animal. O bicharedo, no descuido, invadiria a movimentada via. O pedestre deparou-se no dilema!
A ausência do criador denunciou provável cochilo e desleixo. O estranho, na tarefa de prevenido filho das colônias, efetuou o fechamento da saída através da cancela!
Os animais mantiveram-se reclusos no pastoreio. O indivíduo, na missão de anjo, antecipou-se a tragédia. A bondade abençoa e enche de satisfação à alma!
Os descuidos integram a psique do gênero humano. “Homem prevenido vale por dois!”

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://nazly22.blogspot.com.br/

sexta-feira, 4 de abril de 2014

O teste da bondade


O Criador, na abundância e exuberância da natureza, desafia a consciência humana. O cidadão, na bonança e fartura, vê-se confrontado com pedidos e solicitações de doações!
Os necessitados, nas conturbadas cidades, surgem nas aglomerações e multidões. Os fulanos, nas dificuldades e sofrimentos, narram estranhas estórias e histórias de infortúnios!
O tempo, na pressa, vê-se escasso nas conversações. As narrações, no desfecho, almejam a modesta contribuição. O dinheiro induz a essência do ensejo!
O carente, na penúria, requer socorro na extrema deficiência. O cidadão, na dúvida, reluta na ajuda: o semelhante finge ou precisa realmente do auxílio!
O palavreado, na habilidade do convencimento, define disponibilidade ou negação do almejado. O teste, no módico pedido, exige compadecimento e solidariedade!
O camarada carece de erradicar as misérias humanas, porém alguma gentileza alivia dissabores. Os nobres gestos, no encorajamento, externam facetas das centelhas divinas!
O cidadão, na ausência das recompensas, precisa fazer a incumbência. O compartilhamento das necessidades, na cruz da sobrevivência, externa a grandeza da evolução espiritual!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://comunidade.sol.pt/

quinta-feira, 3 de abril de 2014

A diferença de necessidades


O conforto revela-se oneroso. O Estado, na ânsia da tributação, embute exorbitâncias. Os luxos, no orçamento doméstico, redobram necessidades produtivas e salariais!
O cidadão, no abrigo e segurança, dirige carro no abarrotado e congestionado centro. Os custos, em combustíveis, estacionamentos e seguros, revelam-se apimentados e salgados!
O veículo, na soma dos encargos, torna-se bem de excepcional luxo. Os serviços dos estacionamentos, no exemplo, acrescentam várias dezenas de reais no orçamento!
O filho das colônias, no grande centro, aflui na modesta moto. O condutor expõem-se as oscilações da natureza e perigos da insegurança. Os cuidados redobram-se nas rodovias!
As dificuldades permitem acentuada economia. Os valores dos estacionamentos cobrem os gastos em combustíveis. A concepção reside no fazer muito na escassa grana!
A agregação de rendimentos ostenta-se sabedoria de poupadores. As necessidades variam conforme adotado patrão de vida. Os supérfluos incutem facilidade e modernidade!
O desperdício induz a insuficiência de recursos. O dinheiro norteia as atitudes do comportamento humano!
                                                                                                              
Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://gostodecarol.blogspot.com.br/

quarta-feira, 2 de abril de 2014

A formação de opinião


Os moradores, na roda de amigos e conhecidos, assentam-se de forma momentânea. O chimarrão, na informal reunião, toma vulto na ocasião. O tempo esvai-se nas conversações!
O interessante relaciona-se nas informações. As partes, no momento da manhã, meio dia ou noite, comentam os acontecidos e vivenciados. O empírico domina no conhecimento!
As muitas informações correm nos ouvidos. O rádio informal, nas moradias e ruelas, toma forma nas famílias. A comunidade demonstra-se a tônica nos sucedidos!
As pessoas, na descontraída convivência, formam opinião. O cruzamento de dados institui os posicionamentos. A gama de temas encontra-se passada e repassada!
O pedestre, nas caminhadas, aprecia os grupos. A sombra, nas moradas, verifica-se recanto próprio às reuniões. As pessoas, na espécie da tribal vida, avolumam-se nos grupos!
A vida comunitária verifica-se imprescindível no ser humano. A riqueza dos ambientes retrata-se nos relatos dos próprios pares!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://www.manauarashopping.com.br/

terça-feira, 1 de abril de 2014

O jogo contábil


O pacato funcionário, por anos, queria satisfazer o sonho de consumo. O fulano, na concorrência e imitação dos colegas, insistiu na compra do sonhado carro!
O cidadão, na perspectiva de antecipar sonhos, apelou ao crédito. A agência, no crediário fácil, cedeu os valores ao cliente. O indivíduo, no ingênuo financeiro, foi “encabelado”!
A soma, na querela do veículo, ficou resguardada no banco. A conta, em escassa remuneração, mantinha a disponibilidade monetária. O dinheiro parado gerou encargo!
O detalhe, na inércia, consistia no pagamento de vultosos juros. Os dias levaram na compra do consumo. Outras várias despesas acresceram como encargo do negócio!
O pagamento, nos descontos em folha, obrigou a outras cedências. A cobertura original levou ao penoso endividamento. O veículo usado superou cedo o preço do novo!
Os poderosos sobrevivem da ingenuidade dos pacatos. A matemática financeira falha no contínuo de muitos. Uns pensam-se unicamente espertos e ousados!
Os empréstimos absorvem suados e vultosos dispêndios. Conhecimento e inteligência descrevem-se no cotidiano dos procedimentos!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://www.istoe.com.br/