quarta-feira, 6 de maio de 2015

O marco vegetal


A estirpe, em décadas, disseminou-se nas paragens da América Austral. Os encontros de família, no casual, acolhem e reafirmam elos familiares. Os festejos, na afluência da sucessão, cintilam na envergadura singular. O orgulho, no sobrenome, cai no apego e regozijo.
As localidades, na presença da descendência, constatam-se selecionados a dedo. Os recintos, na efetivação dos eventos, ganham marco peculiar. A ajuda, na amplitude da natureza, encontra deferência. A história, na sucessão, sinaliza termo de esperteza e grandeza.
A insígnia, na árvore do símbolo das terras dos ancestrais, ganha expressão no carvalho europeu. A espécie, na praça da cidade, verifica-se transplantada na cerimônia. O vegetal, por décadas, faz referência à ocorrência. A estirpe orienta-se nos princípios da honra e prestígio.
As linhagens, no esteio teuto-americano, carregam brinde da jabuticabeira. A espécie, no retiro das residências, induz reminiscências da imponência familiar. O símbolo, em séculos de história, externa referência nas destrezas e feições. O consecutivo traduz-se em afeição.
Os germes, no transplante de continentes, permanecem ativos e fecundos. Os denodos, no espectro dos relatos, decorreram no clima de flagelos e vitórias. O tempo, na atenção e vivência, disseminou ajustes e reformulações. A alusão, na elevação do nome, persiste no brio e fiança.
A magnitude, na história, escreve-se na obra de todos os dias. O presente, na amplitude, inexiste sem referência ao passado.

Guido Lang
“Singelas Crônicas das Colônias”

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terça-feira, 5 de maio de 2015

A peculiar frustração


O filho das colônias, na deficiência física, pode continuar nos cursos. A faina braçal, na falha do membro (mão), acertaria no problema na agricultura. Os pais e irmãos, no subsídio de bolsa, esmeraram-se no investimento. Os estudos, na prestigiada escola protestante, foram fados.
O espírito prussiano, na concepção alemã, primava na ação, exatidão e frutificação. Os apegos, na benzida vida, foram adotados na listra. A formação, no magistério, conduziu ao ofício. O doutor, na escola comunitária particular da linha, tornou-se citação na educação.
As estirpes, no global de três, perpassaram em suas mãos. Almas brutas, na infância, viam-se afinadas à evolução (da alma e paragens). As pedras brutas, na extração da matriz, foram apuradas na ciência. As peças, no encaixe das humanísticas, auferiram sólidas bases.
Cinco décadas, na biografia plena, foram consagradas ao saber. A peculiar frustração e queixa, na habilidade do ensino-aprendizagem, recaiu no oportuno filho. O aluno, no modelo aos demais, deixou de acatar as alusões e indicações. O mestre fluiu na decepção.
O sujeito, na “casta de santo de casa não fazer milagres”, careceu de assimilar e gostar da instrução. A escolha, no desígnio profissional, caiu no acomodado cidadão. O emprego viu-se no exclusivo empregado. Alguns misteres, no sonho especial, saem dos desígnios.
O destino costuma aplicar enxeridos e ímpares artifícios. O simples de alguns se vê o impossível a distintos.

Guido Lang
“Singelas Crônicas das Colônias”

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segunda-feira, 4 de maio de 2015

O habitual trato


O produtor, na destreza do tambo, advinha no cuidado e manejo das vacas. O leite, na produção, incidia no principal do domínio. As escassas terras, na pequena propriedade, incluíam ao intenso aproveitamento. Os recursos sucediam na massiva exploração e racionalização.
O comércio, na venda do leite, admitia custear as obrigações do mantimento. Água, encargo (impostos), energia e mercado caíam na essência dos passivos. A boa direção, nas parcas divisas, induziu ao custeio e manutenção na atividade da agricultura familiar.
O problema, na exacerbada produção do lácteo, incidia na ausência de mercado. A recessão, na economia, advinha na falta de compradores. A corrosão, no poder aquisitivo, calhava nas dificuldades das compras. O consumo, nas cidades, ocorria na redução.
A empresa de laticínios advinha no dilema da colocação no mercado consumidor. A baixa remuneração, na contenção de encargos, levou a racionalização do trato. A cana velha, na trituração, incorreu no acréscimo das rações e silagens. O resultado caiu na análise do fruto.
O laboratório, no sistemático, marcou álcool no leite. A inspeção acorreu na investigação da alteração. A lembrança apontou o reflexo da velha plantação. A nutrição, na ingestão, reflete o efeito na obra. A supressão, nos anãos, advém na era da superprodução.
A seleção, na ganância financeira, apadrinha os atualizados e graúdos. A pessoa, na probabilidade da copiosa mesa, escasseia de comportar-se como miserável.

Guido Lang
“Singelas Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://beneficiosnaturais.com.br/

domingo, 3 de maio de 2015

A admirável visita


O sujeito, na progredida idade e patologia, adveio visitar o outrora velho amigo. A amizade, na atraente convivência, decorreu no apreço e importância. A natureza, na fuga na cidade grande, adicionou-se na direção do interior. A essência demanda o autêntico e natural.
A família, na condição de filhas (duas), genro e neta, escoltaram a empreitada. O domingo, no desenlace da tarde, incluiu a formidável visita. O amigo, na categoria de falecido, auferiu reencontro. O cemitério, na soberba familiar, abriga marcos e restos mortais.
A ocasião, na ausência do pré-combinado, ocorreu no aniversário do falecido. Alguma resolução, na mão invisível e poderosa, pareceu nortear as ligações. As afinidades, no outrora das analogias, tomaram vulto. A vida, em sensatas ocorrências, anota desafios e segredos.
A despedida, na saída do lugar do obelisco, submergiu na alocução. O ancião, na final despedida, externou o impensável: “Adeus meu velho amigo! A gente, em breve, estará junto na idêntica estância”. Os artifícios e tendências incorreram na coroação da vivência.
As lágrimas, entre íntimos e pessoais, fluíram pelos semblantes. Os bons parceiros, no extremo, necessitaram rever-se nas paragens. Uns, no particular das provas, nutrem admiráveis amigos e amplas cifras de indiferentes. Os pessoais escolhem-se nos dedos.
A história escreve acasos atraentes e memoráveis. As dimensões terrenas abrigam grandezas ocultas.

Guido Lang
“Singelas Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://www.marmorariadalsassoo.com.br/

sábado, 2 de maio de 2015

A arrojada meta


O velho, na avançada cidade, caminha firme e solto. O bailado, na boa idade (terceira idade), advém nas brincadeiras e distrações semanais. A dança, na arte da sedução, persiste na destreza. Os amigos e conhecidos, nas amplas paragens, difundiram-se nas circunvizinhanças.
O bom gênio, nos amanhados excessivos, serve de inspiração as novas linhagens. O curioso liga-se a alocada meta. O cidadão, na branda era, instituiu o ativo e firme desígnio. O anseio, na benzida essência, versou em chegar aos cem anos. Achaques pintaram na amnésia.
O intento, no ofício, envolveu em eleger o comércio. As intempéries, na força do braço da chuva, neblina e sol, foram relegadas na agricultura familiar de subsistência. Os apropriados trajes, no adequado das ocasiões (época do avanço das frentes frias), caíam na boa arte.
Os amigos, na infância, anteciparam-se na derradeira partida. Os vícios, nos disseminados exemplos, apressaram doenças e viagens. O arrojo, em drogas e velocidades, furtaram jovens vidas. Os males, aos aloucados, andam na associação da diversão e ocasião.
O ente, no alvo do aumento e momento, obriga-se a constituir metas. O pouco, no fecho de cada dia, faz a excepcional diferença no desfecho. A pessoa, na atinente época e tempo, precisa saber apreciar afazeres e prazeres. A gente inventa dias admiráveis ou estéreis.
O indivíduo, no máximo, vê-se dono do próprio tempo e vida. O desânimo, na profissão e vocação, institui ganhar parca aplicação e sopro.

Guido Lang
“Singelas Crônicas das Colônias”

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sexta-feira, 1 de maio de 2015

A livre direção


O sujeito, curtido nos trâmites do serviço (público), ostenta-se “macaco calejado e encanecido”. O clima urbano, na massificação excessiva, exigiu a habitual esquivada. O descanso e distração, nos feriados delongados, sucedem no passatempo e repouso.
A atmosfera, nas águas e maresia (litoral), incorre na convivência. O camarada, no singular artifício, adotou a decisão dos serviços. O confrade, na experiência alheia dos aborrecimentos e obrigações, anseia distância da construção e custeio de residência e terra.
Os mandatos, no disseminada insegurança, adviriam nos dispêndios e preocupações. O livre-arbítrio, no análogo espaço, acabaria no restrito. A idêntica coexistência, nas frequentes idas e vindas, resultaria no conjunto da vizinhança. Os boatos e intrigas incidiriam na direção.
A frequência, nas despreocupações e variações, sobrevém na sabedoria. A circulação e hospedagem perpassa a orla marítima. As estadas, em casas, hotéis e pousadas, acontecem no mais perfeito cálculo. O aparente dispendioso, no final das somas, resulta na poupança.
A expressão admite conversar e inteirar-se na maior gama de habitantes e lugares. A atitude, na faixa litorânea, semeou pessoais. O “boa pinta” e “gente fina”, no dinheiro, chega bem em toda hora e lugar. O ente, no “suado money”, deve dar-se certos afagos e faustos.
O sujeito, nos negócios, precisa saber dos cálculos e conveniências. O Sol, na proporção da ciência e esperteza, nasce para todos.

Guido Lang
“Singelas Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://www.fabianovidal.com/

quinta-feira, 30 de abril de 2015

A incômoda circunstância


O docente padecido na manobra das imaturas almas auferiu a assistência singular. A estagiária, na categoria de universitária da ciência, tornou-se aprendiz. O estágio, no colégio particular, granjeou espaço e negócio. A cancha, na prática, cairia na apreciação e contratação.
A substituição, no conjunto de classes e preleções, adveio na direção e manejo. A estudante, no conjunto do segundo grau, fora principiante e proeminência. A aula, no clássico profissional, incorria no gosto do modelo e substância. O estímulo incitou na escolha.
O curso, no ofício de cronista, incidiu no desígnio. O professor, na qualidade de instrutor, instruiu as astúcias do ensino. O manejo, no gênero humano, acontecia na aptidão e destreza da certificação. O teórico, no exercício, ganhou destaque no ágil e objetivo.
O pormenor, no todo das cargas trabalhistas, resultou na incômoda circunstância. O calejado, na dimensão da eficiência, acabou destituído e substituído na cadeira. A jovem, na metade do ordenado, tomou as delegações. O tarimbado pode procurar ocasionais ares.
A instrução, na eficácia dos macetes, traduziu-se no autoprejuízo. A rede particular, nas oscilações do mercado, versa em fazer rotineira limpa. Os técnicos, nos altos ganhos, acabam destituídos. A folha, na cobertura, calha no enxuto. O juízo carece em “criar marajás”.
O sujeito, nos pés no chão, precisa saber da transitoriedade das cátedras. Os moços, na agilidade do manobro da informática, levam adição no comércio dos serviços.

Guido Lang
“Singelas Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://observatoriofeminino.blog.br/