sábado, 5 de julho de 2014

The example of the house


The minor son to the young father interrogated about the life path. How would be the existence on the uncoiling of the years and days? A prophecy to reveal to the child!   
The genitor in few words elaborated a peculiar explanation. A way to help and to define directions of an existence! To point some north starting from the own experience and existence!   
He on modest words was been worth of the knowledge of the language figures. A simple way to do to understand! The author in a comparative one the family house (in construction) compared the terrestrial path!   
The citizen on first plan of the tender years finds a place buys the terrain, it elaborates the plant, it establishes measures, projects the channels, it provides materials... The foundations little by little settle and the construction takes form!   
The materials as sand cement and stones are revealed the workmanships! The knowledge studies and experiences orientate the steps!
 The coexistence and study are to pick of the bricklayer! The parents, teachers and neighbors are shown the professionals of the work!   
The walls and beams in a second plan would be the rehearsals of the painful days. The profession and vocation like to earns one’s daily bread would turn the skeleton (with divisions and walls).    
The years of day with painful shortage and economy would finance the many responsibilities of the enterprise. Some area or steep if they would turn the children/brothers and sisters!   
The roof in the third phase would come in the wisdom of the years. The citizen, in the many and varied existences try to do ends, to close openings, to introduce pieces of furniture... The cycle of the bad weather saw been softened!   
The reformulations and recuperates would be the constant apprenticeships. The size would occur of the quantity of years. The construction on a lout mode way stays unfinished! Some increments or readaptations are made necessary in a continuous way!   
The balm and tenderness like beauty and solidity elapsed of the delicacies of the use. The employees knowledge and abilities would reveal the greatness of the conquests and ideas!   
The talent of the word consists of doing to understand in simple explanations. Concrete examples facilitate the understanding of the culture and material. The virtues, in the daily of the existences, reveal the greatness of the spirit and of the intelligence!   
               
Author: Guido Lang   
Book: "Simple Fragments of the stories of the Daily of the Existences!”

Translator: Leandro Matias Müller

Crédito da Imagem:  http://projetosdecasas.net/

O exemplo da casa


O filho menor ao pai jovem interrogou sobre a trajetória de vida. Como seria a vivência no desenrolar dos anos e dias? Uma profecia para revelar à criança!
O genitor em poucas palavras elaborou uma peculiar explicação. Uma maneira de auxiliar e definir rumos duma existência! Apontar algum norte a partir da própria experiência e vivência!
Este em modestas palavras valeu-se da sabedoria das figuras de linguagem. Uma maneira singela de fazer-se entender! O paizão, num comparativo a casa familiar (em construção) comparou a trajetória terrena!
O cidadão em primeiro plano dos tenros anos acha lugar compra terreno, elabora planta, estabelece medidas, projeta valos, providencia materiais... Os alicerces aos poucos se instalam e a construção toma forma!
Os materiais como areia cimento e pedras revelam-se os artefatos! Os conhecimentos estudos e experiências norteiam os passos! A convivência e estudo são a colher do pedreiro! Os pais professores e vizinhos mostram-se os profissionais da obra!
As paredes e vigas num segundo plano seriam os ensaios das penosas jornadas. A profissão e vocação como ganha pão se tornariam o esqueleto (com divisões e paredes).
Os anos de jornada com penosa carestia e economia custeariam os muitos encargos do empreendimento. Alguma área ou puxado se tornariam os filhos/ manos!
O telhado na terceira fase viria na sabedoria dos anos. O cidadão, nas muitas e variadas vivências procura fazer arremates, fechar aberturas, introduzir móveis... O ciclo das intempéries via-se suavizado!
As reformulações e restauros seriam os constantes aprendizados. O tamanho adviria da quantidade de anos. A construção, de modo grosseiro, mantém-se inacabada! Alguns acréscimos ou readaptações fazem-se necessárias de forma contínua!
O bálsamo e mimo, como formosura e solidez, decorriam das delícias do uso. Os empregados conhecimentos e habilidades revelariam a grandeza das conquistas e ideias!
O dom da palavra consiste em fazer entender-se em singelas explicações. Exemplos concretos facilitam a compreensão da cultura e material. As virtudes, no cotidiano das vivências, revelam a grandeza do espírito e da inteligência!
           
Guido Lang
“Singelos Fragmentos das Histórias do Cotidiano das Vivências!”

Crédito da Imagem:  http://www.baixaki.com.br/

A aguçada gripe


O filho das colônias, morador da profundeza da paragem, carecia de infestações. A parca relação, no público, impedia contaminações. A livre vida entendia-se delícia e júbilo!
A gripe, no rigor do inverno, decorria na ocasionalidade. As notas, distribuídas no rádio, falaram das vacinas. O princípio médico, na prevenção, foi seguido na vacinação!
O posto de saúde foi buscado. A vacina foi aplicada no recomendado. As consequências, em dias, fizeram-se sentir. A infestação abateu-se no rigor da moléstia!
O cidadão, nos doídos ossos e seca tosse, viu-se afrontado. O arrependimento abateu-se nas aflições e lamentações. A cautela, em posteriores anos, aconselhou privação!
O bom senso, na saúde plena e pública, aconselha ajuizar indicações médicas. O injetado agente revela precipitação. O ajuizado, em ocasiões, falta de ser primoroso!
O quadro vencedor desaconselha realizar arrumações e mudanças. O esperto, na eficiência dos argutos, suspeita e apura ciência e experimento!

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.aluguerferias.com/anuncio-1236.htm

sexta-feira, 4 de julho de 2014

A prioridade da formação


O filho das colônias, na dignidade e melhoria familiar, dedicou-se ao trabalho. O fulano, na produção e comércio dos artigos coloniais, procurou a subsistência!
Os produtos, na barca terra, viram-se produzidos. O comércio, no período da colheita, viu-se escoado na direção dos centros urbanos!
O negócio, nas décadas, permitiu angariar barcas sobras. Os dividendos, na ideia do investimento e qualidade de vida, foram canalizados a formação!
O trio de filhos e manos (irmãos), no total de seis pessoas, ganhou escolas de qualidade. Profissionais, como engenheiros, professores e técnicos, constituíram-se no seio familiar!
A tarefa concluída determinou o resultado ao financiador da façanha: o cemitério. Aquela velha história: “O burro plantador do pasto dificilmente consegue consumir os frutos!”
Uns obrigam-se ao sacrifício na proporção de outros usufruírem dos benefícios. A disciplina e estudo, no global mundo, tornaram-se contínua fortuna e tarefa!

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://tvcanal7.blogspot.com.br/2012/08/interpretacao-dos-sonhos-cemiterio.html

quinta-feira, 3 de julho de 2014

O chamado a delegacia


O colonial, na ideia da economia e teimosia, queria safar-se do pagamento do ingresso. O fulano, na achegada ao evento comunitário, mostrou-se cobrado no acesso!
A recusa, entre amigos e conhecidos, viu-se imediata. O explanado foi: “- Não vou pagar!” A diretoria, em termos amigáveis, externou diplomacia e inteligência!
O jantar baile, no evento comunitário, transcorreu na normalidade. Os responsáveis, no conhecimento das manhas do cidadão, deixaram por horas a imprópria negação!
A surpresa, no domingo, sucedeu-se na delegacia. A imprescindível apresentação tornou-se necessária. O pagamento tornou-se obrigação. A negação significaria a detenção!
O morador, no interior das grotas, pagou ao inspetor o devido. O dispêndio, no próprio prejuízo, ocorreu no deslocamento e tempo. A boa reputação mostrou-se prejudicada!
Os benefícios exigem correspondente contribuição e ressarcimento. Os participantes, no rateio, custeiam as promoções. Eventos divulgam e prestigiam o torrão comunitário!
A diplomacia, na eficiência, exige esperteza e paciência. Os tolos, nas migalhas e ninharias, sujam o crédito do conceituado nome!

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://imoveis.mitula.com.br/imoveis/sitios-casas-pomar-piracicaba

quarta-feira, 2 de julho de 2014

A estranha estratégia


O religioso, no interior da localidade, achegou-se ao trabalho pastoral. Os habitantes, contraídos e modestos, sofismavam nas intrigas e problemas de sobrevivência!
O camarada, como estranho e rebuscado, fora prestigiada autoridade. Os moradores, no contexto das confusões e maledicências, desabafavam as experiências e ocorrências!
Os vizinhos, nas divisas e espólios, estranhavam-se no habitual das convivências. O místico, no aconselhamento pastoral, apaziguava e dirigia alentos e confusões!
O eclesiástico, nas convivências, aplicou peculiar estratégia. O sujeito, no atrito, explanou as confissões e discrepâncias dos abrangidos. Os envolvidos sentiam-se coagidos!
O costume, na meia dúzia de ocasiões, redimensionou a vivência comunitária. Os naturais abandonaram as discórdias. Os boatos e mexidos caíram no descaso e negligência!
O prelado, amistoso e companheiro, acabou admirado e temido. As concorrências, nos arranca-rabos e balelas, foram abrandadas. Os avanços e eventos viram-se as aflições!
Autoridade radical, em disposições e tempos, revela-se solução. A formação escolar, em síntese, decide declínios ou progressos comunitários!

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.tambemfalho.com/2012/03/o-que-e-igreja.html

terça-feira, 1 de julho de 2014

O princípio do mando


O cidadão, na associação da mulher, principiou da “estaca zero” nos negócios e riqueza. As capitalizações e trabalhos, na agricultura minifundiária, estenderam-se pelas décadas!
As propriedades, em instalações, máquinas e terras, foram conquistadas com poupança e trabalho. Os filhos, nos bens de família, aconteceram como bênção!
As divisas, nas sobras, foram direcionadas no desenvolvimento e formação. A ascendência, no desfecho da existência, fora abençoada e abonada!
O segredo, no sucesso das empreitadas, consistia em jamais delegar autoridade e investimentos. O dono, na visão particular, alimentava o princípio da direção e participação!
A gerência, no casual contrato de empregados, definia as rédeas nas empreitadas. A delegação, na ausência, inexistia no glossário. A sabedoria foi repassada à descendência!
As estirpes ostentam dons e princípios. O olho do patrão, no contexto da manada, engorda o rebanho!

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.brasilescola.com/historiab/lei-terras-1850.htm