sábado, 12 de abril de 2014

The talent of the word



That child son of the colonies kept something of several of the traditional of the lot of little girls and boys. This in the odd vocation possessed the charisma of to call and to arrest attention! 
The child of humble and retreat family lived together with difficulties and needs. The alimentation had in the essence. The money saw in the lack. The way was to adapt to the situation! 
The requests of the strange courtesy and kindness became outstanding reality. The example among countless difficulties consisted of to arrange and to move to the cities! 
The rides of eventual and occasional drivers elapsed with coachmen, milkmen, taxi drivers and tractor drivers. The boy, among the personnel, absorbed attention and compassion! 
The So-and-So in the ending of the stories showed the odd and noble word. The behavior in an apparent deseducation happened among children, youths and seniors! 
The time as born leader they revealed the profession and vocation. The politics for administrations led to the command of the city. A charismatic mayor and daring supporting boss! 
The individual in some activity sees himself as prominence and expression. The smartness and intelligence consist of reconciling knowledge and ability with it "wins him/it bread!" 
The vocation in the sublime talent jumps to the attentive livelihood and understood eyes. The citizen, in any circumstances, never can neglect or to underestimate the strange capacity! 

Author: Guido Lang 
Book: “Chronicles of the Existences" 

Translator: Leandro Matias Müller

Image credit: http://silvanamalta.blogspot.com/feeds/posts/default

O dom da palavra



Aquele guri, filho das colônias, mantinha algo de diverso do tradicional da gurizada. Este, na ímpar vocação, possuía o carisma de chamar e prender atenção!
O rebento, de humilde e retirada família, convivia com dificuldades e necessidades. A alimentação havia na essência. O dinheiro via-se na carência. O jeito foi adequar-se a situação!
Os pedidos, da alheia cortesia e gentileza, tornaram-se marcante realidade. O exemplo, entre inúmeros empecilhos, consistia em achegar-se e deslocar-se às cidades!
As caronas, de eventuais e ocasionais condutores, transcorriam com carroceiros, leiteiros, taxistas e tratoristas. O menino, entre o pessoal, absorvia atenção e compaixão!
O fulano, no desfecho das histórias, ostentava a ímpar e nobre palavra. O comportamento, numa aparente deseducação, sucedia-se entre crianças, jovens e idosos!
O tempo, como líder nato, revelaram a profissão e vocação. A política, por gestões, conduziu ao mando da cidade. Um prefeito carismático e ousado chefe partidário!
O indivíduo, nalguma atividade, vê-se como destaque e expressão. A esperteza e inteligência consistem em conciliar conhecimento e habilidade com o “ganha pão”!
A vocação, no sublime dom, salta aos atentos e entendidos olhos. O cidadão, em quaisquer circunstâncias, pode jamais negligenciar ou subestimar a alheia capacidade!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://www.theguardian.com/books/booksblog/2012/feb/13/history-historical-novels-books-podcast

A velada discriminação


Os jovens, nas avenidas e ruas, dominam os cenários. Os idosos, no geral, encontram-se entocados nas moradias. A preocupação, na saúde, ostenta-se a essência das atenções!
O cidadão, na terceira idade, encontra-se “na melhor idade”. A despreocupação, no ganho do trabalho, vê-se bela sina. A ideia consiste em vivenciar bons e interessantes dias!
O detalhe relaciona-se ao espaço dos anciões. Os jovens, no sútil comportamento, desviam o olhar nos encontros. Os idosos vêem-se relegados nas conversas e convivências!
O indivíduo, acima dos cinquenta anos, conhece escamoteado desvio na convivência e saudação. As pessoas, a princípio, convivem nos grupos das respectivas idades!
A atitude, com as velhas gerações, desenha velada discriminação. A ideia do jovem debruça-se na inovação e moda. O velho, no endeusamento do novo, descreve superação!
O esquecimento, no tempo, relaciona-se do novo igualmente ficar velho. A idade incute sabedoria. Os muitos dias, na terrena face, revelam-se esperteza na sobrevivência!
Os indivíduos, nas entrelinhas das atitudes, denunciam crenças e valores. A perenidade da juventude revela-se doce e rápida ilusão!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://info.abril.com.br/

sexta-feira, 11 de abril de 2014

A divisão dos espólios


O casal labutou pesado no bem estar. A determinação, na administração financeira, transformou-se em economias. O princípio consistiu “em jamais gastar mais do que o real ganho”!
A situação, nas décadas, permitiu criar o trio de filhos. A acumulação de patrimônio tornou-se realidade. Os rebentos, na formação, ganharam a essência dos investimentos!
As oportunidades, nos estudos, foram permanentes. A profissionalização revelou-se principal ganho e legado. Os bens materiais constituíram-se em três belas propriedades!
Os pais, na velhice, anteciparam-se as brigas e intrigas dos inventários. A divisão dos espólios, no perecimento dos genitores, revela-se razão dos conflitos e desentendimentos!
A família em vida, em informal conversa e reunião, definiu a divisão. Os rebentos, na comum concordância, ganharam seus filões. As futuras querelas foram abreviadas e ceifadas!
A legalização ocorreu nos sucessivos passos. Os herdeiros, na riqueza, aparecem nas possibilidades de ganhos e somem, na pobreza, na proporção dos encargos!
O homem precavido antecipa-se as confusões e problemas. O exemplo alheio serve de bela e nobre sabedoria!

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://rj.bomnegocio.com/serra-angra-dos-reis-e-regiao/imoveis/casa-em-araras-uma-bela-propriedade-26805897

quinta-feira, 10 de abril de 2014

A doce ilusão


O singelo broto, nas alturas do tronco, desenvolveu-se próximo as folhas e madeiras. O galho, no contexto da vegetação, tornou-se exuberante e majestoso entre pares!
A predominância, na luminosidade, externava beleza e poder. O sufocamento, nos irmãos, tornou-se triste sina. Os reclamos e xingamentos fizeram escassos resultados!
O crescimento perpetuou massiva concorrência. Jovens brotos, crescidos em galhos, incutiram abafamento e suplantação. A carência de luz levou ao sufocamento de velhos!
A condição, nos dias e meses, instituiu o perecimento. O vento, na rajada, despencou apodrecidos materiais. A altura impulsionou velocidade. O estágio sinalizava eliminação!
A glória do passado perpassou de doce ilusão. A natureza ocupou-se da reciclagem. A matéria, no rejuvenescimento da seiva, reaproveitou as cinzas em novas vidas!
O idêntico aplica-se a governantes e partidos. As partes, na perpetuação do mando, afundam na lama e podridão. A mudança, no advento de gestores e ideias, incute novos ares!
O apegamento do poder, no desgaste, define derrocada acentuada das alturas. A renovação e a transitoriedade, no evitar de conflitos e revoluções, ostentam-se sabedoria!
O rodízio, nos cargos e postos, corrige distorções e falhas. Os indivíduos, nas “facilidades e mimos dos mandatos”, adoram eternizar-se no poder!

Guido Lang
“Crônicas das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.freepik.com/free-photo/forest-sunrise--framing_598518.htm

quarta-feira, 9 de abril de 2014

As singelas anotações


O filho, ao pai, elaborou singela declaração. O bilhete, no ente público, objetivara autorizar a retirada de documentação. A fotocópia, no órgão próprio, tornou-se comprovação!
O manuscrito, das partes, continha nome completo, número do registro geral e cadastro de pessoa física. Os dados, no geral, tornaram fácil a identificação!
O papel, no descarte, acabou jogado na comum lixeira. O recolhimento, no lixo geral, acabaria desovado na reciclagem. Os sucateiros, na rua, processam averiguação de materiais!
O genitor, no conselho, alertou: “- Os dados pessoais exigem cuidados. O cidadão desconhece o alheio uso. A pesquisa, na era online, permitem fins escusos!”
Os lixos descrevem os hábitos de consumo. O camarada, nas disseminadas maracutaias, incorre em roubalheiras. Precauções lê-se sinônimo de esperteza e inteligência!
A discrição, na conturbada vida urbana, tornou-se estratégia de sobrevivência. As oportunidades criam contravenções e pilhagens!
                                                                                                                 
Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://escrevimentosagno.blogspot.com.br/

terça-feira, 8 de abril de 2014

A sútil estratégia


A pessoa, por amizade e tempo, achegava-se a determinado espaço público. O excesso de visitação, no ambiente de trabalho, originava comentários e desconfianças!
Os colegas, na mania das mútuas implicâncias, instituíram gozações. Os excessos incorrem nas inconveniências dos falatórios. A alheia paciência revela-se dádiva divina!
O funcionário, na rotineira ladainha, adotou a sútil estratégia.  A visita, na achegada, careceu da ganhar convite de assentar. As palavras, no em pé, viram-se externadas!
As conversas, no máximo, estendiam-se por breves quinze minutos. O incômodo, na má acomodação, obrigou a arredar o pé. As prolongadas conversas conheceram brevidade!
A prática, em escassas oportunidades, aboliu visitação. O “desconfiômetro” pôde andar baixa conta. As pessoas, no ambiente de labuta, evitam a informal conversação!
O bom senso prevalece nos procedimentos. Os citadinos evitam comprometimentos e envolvimentos!

Guido Lang
“Crônicas das Vivências”

Crédito da imagem: http://uefsfilosofia.blogspot.com.br/p/biblioteca.html